SINTRICOM retorna a Caraguá e realiza ato na UTGCA

Após a ação repreensível da Polícia Militar na última quinta-feira (29), o presidente do SINTRICOM Ivam Rodrigues retornou a portaria da UTGCA para realizar a assembleia com os trabalhadores da Engecampo.

O SINTRICOM não estava sozinho desta vez, devido a grande comoção da prisão injusta do presidente Ivam, a FSCM (Federação Solidária dos Sindicatos dos Trabalhadores da Indústria de Construção, Mobiliário, Madeira e Afins/CUT-SP), o Sindicato dos Condutores, Sindicato dos Metalúrgicos entre outros apoiaram o ato em repúdio a ação da PM e da Petrobras, dialogando com os trabalhadores sobre a importância da luta pelos direitos e benefícios. A Presidenta do PT de Caraguá, Cássia Gonçalves de Jesus também compareceu às manifestações

A Polícia Militar esteve presente durante o ato, mas não interferiram no ato, mantendo a paz e a segurança do evento, como é o correto da postura de quem deve proteger a população.

Relembre a situação

Na manhã de quinta-feira (29 de março), o presidente do SINTRICOM, Ivam Rodrigues, foi preso pela Polícia Militar durante uma assembleia com os trabalhadores da UTGCA, Unidade de Tratamento de Gás da Petrobrás, em Caraguatatuba.

“O policiamento militar compareceu ao local e, no momento da assembleia, por volta das 9h, tentaram forçar a barra para que alguns trabalhadores voltassem a trabalhar mesmo contra a vontade deles. Aí acabou gerando um tumulto e conflito de interesses entre o Sindicato e a empreiteira”, explicou o advogado do Sintricom, Edir Francisco Soares.

O Sindicato tem cobrado da ENGECAMPO, empreiteira prestadora de serviços da Petrobras, o cumprimento da cláusula de contratação de mão de obra local e a manutenção dos direitos trabalhistas. A empresa também tem se recusado a assinar o acordo coletivo e ameaça reduzir o salário dos trabalhadores.

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