Gerência da REVAP e terceirizadas se apropriam do direito dos trabalhadores

O SINTRICOM vem denunciando e demonstrando nos últimos meses a situação dos trabalhadores da última parada de 2019, que ficaram sem receber o pagamento de salários e dos demais direitos previstos no acordo coletivo. Diversos trabalhadores foram demitidos pelas empresas sem receberem nada. Os trabalhadores estão indignados com essa situação e querem a presença do sindicato, que é a entidade representativa legal deles. O presidente do SINTRICOM Ivam Rodrigues está sofrendo diversas acusações mentirosas e perseguições.

O cartel de empresas terceirizadas e a gerência da REVAP, que é quem comanda, querem impedir a presença do sindicato na REVAP para continuarem se apropriando de dinheiro e de benefícios dos trabalhadores. Queremos que as autoridades e a Petrobras, que é responsável pela REVAP, investiguem a gerência da REVAP e as terceirizadas diante dos fatos que vem ocorrendo e de denúncias de trabalhadores ao SINTRICOM e a Ouvidoria da Petrobras. Apesar das calúnias e as difamações que foram feitas contra o ilustre presidente do SINTRICOM Ivam Rodrigues e contra a diretoria dessa instituição, a qual representa de fato e direito os trabalhadores, a justiça tomou uma atitude errônea de afastar esses representantes legais, que foram constituídos pelo próprio trabalhador, de representá-los. Quem ganha com isso é o cartel de empresas e a gerência da REVAP. O maior prejudicado é o trabalhador e sua família.

Temos o caso da SEITON, que demitiu mais de 400 trabalhadores sem pagamento de salários e verbas rescisórias, e continua não cumprindo o acordo, com atrasos nos pagamentos e ajuda de custo. E a gerência da REVAP mantém contrato com essa empresa, mesmo ciente dessa situação. Inclusive, também está ciente de que a SEITON está sendo acionada judicialmente pelo SINTRICOM a favor desses trabalhadores. Outras empresas também estão nessa mesma situação. E as empresas da manutenção, conforme inúmeras denúncias recebidas pelo SINTRICOM, como o caso da Método Potencial, da Niplan, e de outras, que cancelaram o convênio médico e não estão pagando o salário previsto no acordo e a ajuda de custo.

Além disso, existe represália, perseguição e ameaças contra esses trabalhadores que estão nessa situação. E a gerência da REVAP mais uma vez é conivente com tudo o que está acontecendo. As denúncias mentirosas e caluniosas contra o ilustre presidente Ivam Rodrigues são feitas por pessoas que buscam benefícios próprios, dando a entender que interessa à gerência da REVAP essa situação contra o SINTRICOM. Mesmo com todas essas dificuldades, o SINTRICOM vem representando o trabalhador. Esses grupos com cartel, que estão induzindo a justiça ao erro, estão mais do que identificados. Esperamos que a justiça seja feita.

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