Quem é organização criminosa na Petrobras?

O SINTRICOM está buscando mostrar a verdade sobre o que têm acontecido na Petrobrás. O presidente desse sindicato Ivam Rodrigues está sendo perseguido e acusado de uma série de mentiras por um único motivo: conquistar em 2016, 2017, 2018 e 2019 o melhor reajuste salarial em unidade de Petrobrás do país. Além disso, também está denunciando a suspeita de um esquema criminoso com uso de trabalho escravo pelas empresas terceirizadas contratadas pela Petrobrás. Enfraquecer o SINTRICOM interessaria a esse suspeito esquema criminoso se manter funcionando dentro da Petrobrás. Além disso, não consideramos justa e imparcial a reportagem do Fantástico, que acusou somente o presidente do SINTRICOM Ivam Rodrigues, inclusive de situação a qual ele foi absolvido, mas que foi utilizado pelo Fantástico para difamar a imagem dele.

Seguindo esse mesmo critério, o Fantástico deveria então ter divulgado quem é o advogado das empresas terceirizadas contratadas pela Petrobrás, Alexandre Pereira da Silva. O advogado é ex policial civil da Homocídios da DIG em São José dos Campos e já foi acusado pelo Ministério Público por pelo menos 2 vezes de enriquecimento ilícito e de envolvimento com o tráfico de drogas, tendo inclusive sido preso. O advogado, na época recorreu, e conseguiu ser absolvido em segunda instância e saiu da prisão. Após ter finalmente conseguido se livrar de todas as denúncias e processos, e da prisão, ele optou em ser advogado. Agora, de maneira estranha, esse advogado se utiliza de uma página intitulada “Homicídios São José dos Campos”, sendo que nem policial ele é mais, para negar o passado dele de acusações do ministério público e de prisão.

Da mesma maneira, o Fantástico também deveria ter divulgado as acusações contra a delegada federal Patricia Helena Shimada. Em 2011, a Federação Nacional dos Policiais Federais divulgou uma nota (https://fenapef.org.br/35496/) com uma acusação de policiais subordinados à delegada Patricia Helena Shimada que havia sido alçada à condição de chefe de unidade da Delegacia de Polícia Federal em Altamira (Pará). Os policiais acusaram a delegada de adotar práticas dignas de regimes militares ditatoriais. Tentativas de aplicar sanções disciplinares sem direito à defesa, ameaças, atitudes desrespeitosas e arrogantes com os subordinados. O pior dessa situação foi o fato dessa delegada ter sido acusada de ter impedido o encaminhamento de representações à Corregedoria da Superintendência Regional de Belém e mandar no lugar instruções com versões mais convenientes a ela.

O Fantástico se fosse imparcial teria no mínimo divulgado essas informações, mas não foi imparcial e acabou apoiando a versão mentirosas das empresas terceirizadas. Por isso, o SINTRICOM se viu na obrigação de tornar essas informações públicas para que os trabalhadores possam saber o que de fato se passa e quem é quem nessa situação da Petrobrás.

Quem tiver mais informações sobre esses acusados, ligar no disque denúncia do SINTRICOM: (12) 3911-5500.

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