Demitidos não receberam salários e direitos

Na reportagem do Fantástico, a advogada da Petrobrás, Simone Haidamus, teve a cara de pau de mentir dizendo que não é verdade que as empresas não pagam os salários e os direitos previstos nos acordos assinados e inventou que o sindicato só quer o dinheiro das empresas. E a rede Globo não entrevistou os trabalhadores demitidos na última Parada que sofreram calote como foi o caso dos trabalhadores da SEITON?

A Petrobrás quer esconder a suspeita de um grave esquema criminoso onde o cartel das empresas contratadas pelo menor preço priorizam mão de obra de outras regiões do país para não pagar os salários e os direitos desses trabalhadores que acabam tendo dificuldade de acessar o SINTRICOM e os seus direitos ao retornarem para as casas deles.Esse seria um esquema criminoso e lucrativo para a Petrobrás que estaria se apropriando indevidamente dos direitos dos trabalhadores.

Empresas na Petrobrás usam cárcere privado no transporte dos funcionários

Na Petrobrás criaram uma escolta armada nos ônibus que levam os trabalhadores para dentro da refinaria com guardas privados, ‘milicianos’ armados e chefes carcereiros dentro e fora dos veículos, além de alguns policiais militares, que garantem que os ônibus entrem em alta velocidade pelas portarias e impeçam que os trabalhadores optem em descer dos veículos e participarem das assembleias para demonstrarem  a insatisfação deles com o cartel das empresas. ‘Milicianos’ e policiais militares agridem trabalhadores com sprays de pimenta, bombas e cacetetes. Eles querem impedir, por exemplo, que o trabalhador denuncie a falta de pagamento de salário ou de algum direito, ou ainda, que os trabalhadores se unam e juntos exijam um reajuste salarial. Isso é crime contra a organização do trabalho e prática anti sindical que já foi denunciada pelo SINTRICOM.

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