Cartel de empresas assinam acordos mas não cumprem

O SINTRICOM está na luta para mudar essa situação e garantir o pagamento de todos os trabalhadores lesados pela covardia desses empresários. O pagamento desses trabalhadores é uma prioridade nesse momento

Cartel das empresas não cumpriem os acordos e escravizam os trabalhadores de forma a qual não tenham como se defender. As empresas terceirizadas ELOS, Tecnosonda, EKTOR, IRMAOS PASSAURA, ASPIL, PAUL WURTH, RPM, PLAMENTECH, TEADIT JUNTAS, ELFE, FENITEC, Alvares e Muniz, Engevale, Essencis, ESVJ,Hebert, Millennium, RIP, Vital,Niplan, NM, Falcao Bauer, Método Potencial, Global, Seiton, Estrutural, G&E, que usam de trabalho escravo, ao lado da Petrobrás, estão demindo milhares de trabalhadores e não cumprindo o pagamento dos salários.

Foi graças ao atual presidente do SINTRICOM Ivam Rodrigues que o trabalhador conquistou em 2016, 2017, 2018 e 2019 o melhor reajuste salarial do país em unidade de Petrobrás. Muitos trabalhadores estão questionando e criticando com razão o fato de ainda não terem recebido os seus salários e suas verbas rescisórias, como no caso da empresa terceirizada SEITON, contratada pela Petrobrás na Parada em 2019. O fato é que essa empresa de maneira leviana não realizou esses pagamentos utilizando, portanto, de trabalho escravo dentro da Petrobrás.

Desde que foi constatado o calote, o SINTRICOM prontamente buscou atender aos trabalhadores e também à empresa com o objetivo de atenuar e buscar uma solução para essa situação. Porém, a empresa SEITON mais uma vez se negou a realizar os pagamentos de salários e de verbas rescisórias que não foram pagos. Diante disso, o SINTRICOM entrou com uma ação na justiça solicitando o arresto de bens da empresa SEITON, que é a apreensão de bens do devedor, e de toda e qualquer medição que a empresa tenha a receber. A medida cautelar de arresto é um procedimento específico do órgão representativo de classe, que é o sindicato. Por isso, as medidas cabíveis já foram tomadas pelo SINTRICOM no intuito de garantir os direitos dos trabalhadores.

Os trabalhadores que a SEITON não pagou são uma prioridade nesse momento. Estamos aguardando a manifestação do poder judiciário. Temos conhecimento que as demais empresas, além da SEITON, estão usando de trabalho escravo e não pagando os benefícios. Pedimos aos trabalhadores que procurem o SINTRICOM para que o sindicato possa tomar as medidas cabíveis junto com o seu corpo jurídico.

Infelizmente, devido às calúnias e às mentiras proferidas por essas empresas, o SINTRICOM está no momento sendo impedido de exercer a sua liberdade sindical em defesa do trabalhador. Devido a isso, vemos que aumentou a demanda de opressão e a forma ilícita de tirar os direitos dos trabalhadores os quais foram adquiridos com muita luta junto com esse sindicato. Mesmo assim, estamos pedindo que os trabalhadores procurem o SINTRICOM para amenizar esse crime que estão cometendo contra a classe trabalhadora de apropriação indébita dos seus direitos e crime contra a organização do trabalho. Isso se comprova por meio de diversas denúncias de trabalhadores de unidade de Petrobrás.

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